Outro dia alguém me falou que estava feliz e que a vida seguia seu curso com tranquilidade. Disse também que naquela manhã o sol que fazia era de um brilho intenso, e que apesar do frio dava vontade de correr. Fiquei pensando em qual seriam as coisas necessárias para que o homem se sentisse feliz. Pensei também no tipo de resposta que cada um dá quando o seu espírito experimenta a paz. Para alguns, entretanto, o estado de paz pode ser o inferno astral da própria inquietude humana.
A chuva gelada que cai no telhado de barro produz um som constante que embala o sono de toda a gente. Na grama o sapo coaxa e as cigarras que inundavam o verão já se foram. Cada qual, debaixo de dois ou três cobertores enrosca um pé no outro ou no pé do outro, para se esquentar e dormir. É tarde, e hora que outra se ouve os passos dos sujeitos de guarda-chuvas. Eles passam bem próximos à janela que dá para a calçada da casa.
Você se lembra da sala da Liga da Justiça e de seus membros? Bem… você precisa ter, pelo menos, uns 30 anos. Eram eles: Superman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Batman e Robin. Mais adiante, o quinteto ganha reforço com a chegada dos Super-Gêmeos, The Flash, Vulcão Negro, Homem Águia e Mulher Águia, Átomo e Arqueiro Verde.
A verdade mais exata do homem está no seu código genético – no DNA. Depois de concebido não há como alterá-lo, tão pouco fugir dele. As informações herdadas dos nossos pais estão contidas no nosso sangue, nas nossas células, nas nossas moléculas. São elas que determinam com exatidão a nossa altura, a cor dos nossos olhos, a cor da pele e do cabelo, nossa capacidade de aprendizado, enfim. Sem falar que o gene define a sexualidade, parte do caráter, e até mesmo traços da nossa personalidade, embora possamos moldar a nossa individualidade com o tempo e com as nossas experiências.