Era uma fila imensa à minha frente, para ser atendida. Acho que fiquei ali esperando por quase uma hora. A senhora que chegou um pouco antes de mim, acompanhada do seu marido − suponho −, rezingava em voz alta as mazelas da vida. Eu não tenho coragem de atender um telefonema em público, o que dirá contar as minhas particularidades. E minhas costas começaram a doer, coitada da minha coluna que já estava toda comprimida, e reclamava.
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