Você se lembra da sala da Liga da Justiça e de seus membros? Bem… você precisa ter, pelo menos, uns 30 anos. Eram eles: Superman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Batman e Robin. Mais adiante, o quinteto ganha reforço com a chegada dos Super-Gêmeos, The Flash, Vulcão Negro, Homem Águia e Mulher Águia, Átomo e Arqueiro Verde.
Você já ouviu falar no Efeito Borboleta do matemático norte-americano Edward Lorenz? Ele consiste na representação gráfica do bater das asas de uma borboleta. Este termo refere-se às condições iniciais, de qualquer movimento dentro de um sistema, da Teoria do Caos. É como se uma simples borboleta batesse suas asas numa ilha distante e, do outro lado do mundo, dentro de algumas semanas, sentiríamos o seu efeito – como um tufão, por exemplo. A relação proposta é de causa e efeito. Lorenz mostrou, através de um cálculo, que é possível prever os resultados dos sistemas lineares, mas os resultados são sempre imprecisos nos sistemas não-lineares.
E o tempo passou e nada mais faz o mesmo sentido. Não adianta querer voltar porque o que estava lá já não é mais como era antes. Apenas nós somos justamente os mesmos, nem piores e nem melhores, e as coisas vão ocupando o seu devido lugar, mas no passado. E a vida se encarrega de ajustar as coisas e acaba encontrando algum destino para aquilo que se perdeu.
Você já se deu conta de que vivemos queremos melhorar o nosso passado? Sempre que repensamos ou discutimos nossas histórias, temos à tendência de dar uma aprimorada no que contamos; modificamos a maneira de como enxergamos os fatos; justificamos esses movimentos com inúmeras possibilidades para que eles nos deixem em paz. Quando penso na minha história imagino um grande pano branco atrás de mim. No jornalismo usamos um painel verde – o khromakey – para projetar as imagens ao fundo do apresentador.